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Projetos FEED Óleo e Gás: Estudo Básico de Engenharia Elétrica para Planta de Biodiesel JJ-Lurgi em São Paulo

  • 18 de fev.
  • 3 min de leitura
Planta de produção de biodiesel da JJ-Lurgi em São Paulo, com tanques, tubulações e infraestrutura elétrica, contexto de estudo básico pela Frontal Engenharia
Estudo básico de engenharia elétrica para planta de biodiesel da JJ-Lurgi em SP: levantamento de dados, definição EPC, custos de materiais e mão de obra.

A Frontal Serviços de Engenharia Ltda. realizou, em 2006, o estudo básico engenharia elétrica biodiesel Lurgi para a planta de biodiesel da JJ-Lurgi (atual Lurgi ou sucessora em tecnologia de biodiesel), localizada em São Paulo – SP. Contratada pela Engevix Engenharia S/A (atual Nova Engevix), a Frontal executou levantamento de dados, estudo básico para definição da engenharia elétrica no modelo EPC, levantamento de custos de materiais e equipamentos, e levantamento de custos de mão de obra para projeto, execução de montagem e comissionamento.


Em 2006, o Brasil acelerava o Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB), com meta de mistura obrigatória de 2% em diesel fóssil (B2), impulsionando investimentos em unidades de produção. A JJ-Lurgi, referência global em tecnologia de biodiesel, implantava plantas no Brasil para produção de biodiesel a partir de óleos vegetais (soja, dendê) e gorduras animais, com processo de transesterificação contínua. A planta em São Paulo era estratégica para atender demanda regional e exportação, demandando infraestrutura elétrica robusta para suportar cargas elevadas (agitadores, bombas, centrífugas, fornos, sistemas de controle e instrumentação), garantindo operação contínua e segurança em áreas com solventes inflamáveis (metanol).


O estudo básico foi etapa crítica no modelo EPC (Engineering, Procurement and Construction), definindo premissas técnicas para o projeto executivo, orçamento e cronograma. O foco elétrico era essencial em plantas de biodiesel, onde cargas variáveis e operação 24h exigem distribuição confiável, proteção e backup.


O escopo do estudo básico engenharia elétrica biodiesel Lurgi incluiu:

  • Levantamento de dados: Coleta detalhada de informações do cliente (layout preliminar, lista de equipamentos, demandas de potência, áreas classificadas por risco de explosão), inspeções no local e análise de normas Lurgi/Petrobras para unidades de biocombustíveis.

  • Definição da engenharia elétrica para EPC: Dimensionamento preliminar de subestações, transformadores, distribuição em média e baixa tensão, quadros de distribuição, circuitos dedicados para cargas críticas, proteção contra curto-circuito, seletividade de disjuntores e relés, fator de potência e correção reativa.

  • Levantamento de custos de materiais e equipamentos: Orçamentação detalhada de transformadores, cabos, painéis, disjuntores, relés, geradores de emergência, nobreaks, sistemas de aterramento, proteção contra descargas atmosféricas e materiais auxiliares (eletrodutos, bandejas, conectores).

  • Levantamento de custos de mão de obra: Estimativa de horas-homem para projeto detalhado, execução de montagem elétrica, testes, comissionamento e startup, considerando equipe especializada (engenheiros, técnicos, eletricistas industriais) e condições de São Paulo (logística, clima, disponibilidade local).

  • Documentação: Relatório técnico com premissas, diagramas unifilares conceituais, listas preliminares de cargas, cálculos básicos (demanda, curto-circuito, seletividade), especificações técnicas iniciais e planilha de custos consolidada para aprovação da JJ-Lurgi.


O estudo seguiu normas técnicas vigentes: NBR 14039 (média tensão), NBR 5410 (baixa tensão), NR-10 (segurança elétrica), NR-20 (segurança com inflamáveis), normas ABNT para áreas classificadas (NBR IEC 60079) e padrões Lurgi para plantas de biodiesel. Considerou-se ambiente com risco de explosão (zona 1/2, devido a metanol), alta umidade e temperatura elevada.


A entrega incluiu relatório completo com premissas técnicas, cálculos preliminares, especificações de equipamentos (ex: transformadores óleo/ar, geradores diesel, disjuntores a vácuo), listas de materiais e custos estimados (CAPEX para elétrica), facilitando a decisão de prosseguir com o EPC pela Engevix Engenharia S/A.


Esse serviço de 2006 marcou a participação da Frontal em projetos para a indústria de biodiesel, um setor emergente na matriz energética renovável. A planta da JJ-Lurgi em São Paulo foi estratégica para o PNPB, produzindo biodiesel de soja e outros óleos para mistura no diesel fóssil, reduzindo importações e emissões.


No setor de óleo e gás e biocombustíveis, estudo básico engenharia elétrica biodiesel Lurgi é etapa fundamental para definir viabilidade técnica e econômica antes do detalhamento executivo. A experiência da Frontal nessa área apoia plantas de biodiesel, etanol, refinarias e instalações com cargas elétricas elevadas.


Com a consolidação do biodiesel no Brasil (mistura B15 em 2025 e meta B20), estudos básicos continuam relevantes para expansão e modernização de unidades existentes. A JJ-Lurgi segue como referência em tecnologia de biodiesel, e projetos como esse foram fundamentais para suporte inicial à cadeia produtiva.


A Frontal Engenharia mantém expertise em projetos elétricos e estudos básicos para óleo e gás, biocombustíveis e indústria química, incluindo levantamento de dados, definição conceitual, orçamentação e especificações técnicas para EPC.

 

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